Ele estava sentado perto, um virar de minha cabeça deixava-me de frente a ele. Branco, com uma camisa cor de gato do dia das bruxas, com seus botões alcançando o pescoço.
Sua simpatia tomou-me o peito de uma forma tranquila e sensata.
Vitor era seu nome. O mais fofo de toda a turma.
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