Meu coração está apertado. Entulhado de medo, saudade, esperança, receio; Amor!
Mas ele se enche de carinho todos os dias, e desamassa os outros sentimentos que o habitam.
Todavia, a saudade começa a ocupar mais espaço que devia, e preciso de afeto dobrado, elogios em dobro.
E você, é o afeto vicioso do meu músculo de sentimento, que me dessufoca todos os dias.
terça-feira, 22 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Amigos de sempre
A solidão de ser um, no meio da multidão; privilégio de poucos, carma de outros.
As lágrimas escorrem pela solidão de estar em casa, querendo estar em algum lugar. Sozinha ou acompanhado, no escuro ou no claro, só não estar no pesadelo dos carentes, nesta ambiente fúnebre e inteligente.
Olho...encontro companhias. São eles, enfileirados, numa irmandade quase invejável, observando-me e abrindo seu mundo para me acolher.
Refugiei-me no lar dos sozinhos mesmo, dentro do mundo que não era esse lugar, sem falar dos universos distintos. Estava em Genebra, Amsterdã, Nigéria. Habitava todos os lugares, sem sair do meu de origem.
Obrigada pelos braços abertos!
As lágrimas escorrem pela solidão de estar em casa, querendo estar em algum lugar. Sozinha ou acompanhado, no escuro ou no claro, só não estar no pesadelo dos carentes, nesta ambiente fúnebre e inteligente.
Olho...encontro companhias. São eles, enfileirados, numa irmandade quase invejável, observando-me e abrindo seu mundo para me acolher.
Refugiei-me no lar dos sozinhos mesmo, dentro do mundo que não era esse lugar, sem falar dos universos distintos. Estava em Genebra, Amsterdã, Nigéria. Habitava todos os lugares, sem sair do meu de origem.
Obrigada pelos braços abertos!
sexta-feira, 11 de março de 2011
Pequeno
"Eu quis querer o que o vento não leva
Prá que o vento só levasse o que eu não quero
Eu quis amar o que o tempo não muda
Prá que quem eu amo não mudasse nunca
Eu quis prever o futuro, consertar o passado
Calculando os riscos
Bem devagar, ponderado
Perfeitamente equilibrado
Até que num dia qualquer
Eu vi que alguma coisa mudara
Trocaram os nomes das ruas
E as pessoas tinham outras caras
No céu havia nove luas
E nunca mais encontrei minha casa"
Prá que o vento só levasse o que eu não quero
Eu quis amar o que o tempo não muda
Prá que quem eu amo não mudasse nunca
Eu quis prever o futuro, consertar o passado
Calculando os riscos
Bem devagar, ponderado
Perfeitamente equilibrado
Até que num dia qualquer
Eu vi que alguma coisa mudara
Trocaram os nomes das ruas
E as pessoas tinham outras caras
No céu havia nove luas
E nunca mais encontrei minha casa"
oh, o que fazes
Como um pássaro sem árvore para viver, habitando o fio de um poste urbano. Assim que me sinto, fora do meu habita.
Por que? Afinal, não cortaram minha árvore.
É, acho que é apenas o tédio!
Por que? Afinal, não cortaram minha árvore.
É, acho que é apenas o tédio!
quarta-feira, 9 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
Ofegante epidemia
O corpo está cansado, pede arrego;
mas sossego é o que a mente não quer.
Está toda prosa, cheia de alegria
sem problemas pra cuidar.
Mas uma hora o encanto acaba
tudo volta pro seu lugar.
É aí que os problemas ficam no foco
e o carnaval tem que voltar.
mas sossego é o que a mente não quer.
Está toda prosa, cheia de alegria
sem problemas pra cuidar.
Mas uma hora o encanto acaba
tudo volta pro seu lugar.
É aí que os problemas ficam no foco
e o carnaval tem que voltar.
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