A solidão de ser um, no meio da multidão; privilégio de poucos, carma de outros.
As lágrimas escorrem pela solidão de estar em casa, querendo estar em algum lugar. Sozinha ou acompanhado, no escuro ou no claro, só não estar no pesadelo dos carentes, nesta ambiente fúnebre e inteligente.
Olho...encontro companhias. São eles, enfileirados, numa irmandade quase invejável, observando-me e abrindo seu mundo para me acolher.
Refugiei-me no lar dos sozinhos mesmo, dentro do mundo que não era esse lugar, sem falar dos universos distintos. Estava em Genebra, Amsterdã, Nigéria. Habitava todos os lugares, sem sair do meu de origem.
Obrigada pelos braços abertos!
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