domingo, 28 de novembro de 2010

sometimes

Entendes quando encontra-se em determinado lugar onde achas que atrapalha? Onde não és seu universo. Onde pessoas distintas encontram-se bem como estão? Então, é assim que eu fico às vezes. Dá para entender, não?
Errado? talvez seja. Mas o medo impede a naturalidade.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Ruy Barbosa

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer as injustiças, de tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos homens, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto."

Tempestade

"Já amei mulheres de feições diversas
Por suas mais diversas qualidades
Mas nunca assim, com toda a minha alma
Pois sempre alguma sombra de defeito
Pairava sobre a graça mais perfeita
E desfazia o meu encantamento
Mas você é tão bela e tão perfeita
Parece feita da pequena parte
De perfeição que há em cada criatura."

País das maravilhas


"ALICE: Hum, vamos ver que caminho tomar...
GATO: Perdeu algo?
ALICE: Oh, não, não, isto é, estava pensando...
GATO: Faz muito bem pensar.
ALICE: Obrigada, mas eu só queria saber que caminho tomar.
GATO: Isso depende do lugar onde quer ir.
ALICE: Realmente, não importa, desde que eu...
GATO: Se pensa assim, não importa que caminho tomar."

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Universo dos olhos


Começamos esquecemos o jeito próprio do ser amado. Então a voz vai esvaindo-se da cabeça.
Depois, sua feição e aparência, seus traços particulares e modo como ajeita o cabelo.
Mas quando esquece-se o olhar, penetrante e infinito, já não há mais lugar em seu coração para aquele antigo amor.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

isso


"Está, então, decidido:
Vamos mudar o mundo,
Transformá-lo de pedra em espelho
Para que cada um, enfim, se reconheça.
Para que o trabalho não seja um meio de vida
para que a morte não seja o que mais a vida abriga
para que o amor não seja uma exceção,
façamos agora uma grande e apaixonada revolução."

em guerra

Pessoas matam e torturam próprias pessoas. Umas são estupradas e outras queimadas e esquartejadas. Armas circulam livremente pelas ruas causando medo.
Pneus são queimados, pessoas passam fome. Indivíduos ameaçam uns aos outros e as vezes são sequestrados. Espancados. Sangue para todos os lados. Estudantes não vão as escolas. Todo lugar é perigoso.
E vocês ainda chamam isto de cidade? ao meu ver, está mais para inferno

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Guido

Ela pegou-me pela cintura e fez-me arrepiar o corpo inteiro. Suas mãos macias porém fortes passavam por todos os locais de meu corpo, e eu, enlouquecida permitia. Não queria que acabasse, e este pensamento não saia de minha cabeça.
Se pudesse, ficaria ali por toda a eternidade. So eu e ela...

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

porta do mundo


Olhe.
Os olhos são a porta da alma, como já diziam os mais antigos. Transmita o que sente e pensa através dele. Apenas com uma simples passada pelos dois órgãos, quem conhece-te sabes bem o que pensas e o que sentes. E os que não sabem? ficam perdidos em meio a imensidão de duvidas que os toma.
Abra os olhos. Vire-os para dentro de si. Então, enxergue sua alma.

domingo, 21 de novembro de 2010

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

never say never

Quero agora minha boca na tua, e minha mão em seu cabelo, bagunçando-o inteiro. Queria teu corpo colado ao meu transbordando em desejo. Queria apenas você, junto á mim, como se algo além da vida tivesse juntado-nos!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

tudo é assim, sempre

É a lei das coisas. Começam, duram, mas sempre terminam. não adianta querer mudar o rumo de tudo, é assim.
Cada hora você me troca por outra de nome diferente.

distância entre a vida que você sonha e a vida como ela é


"Mind the gap, pois a queda é dolorosa. Mantenha-se com os pés firmes na vida que você tem. Claro que a vida sonhada é determinante para a busca da felicidade, claro que é essa vida “do lado de lá” que nos mantém despertos, claro que o sonho é mais inspirador do que a realidade, porém, cuidado com o vão. É onde a gente se machuca."

nao da mesma forma

Mãos entrelaçadas. Que saudades das nossas mãos juntas, onde sua pele morena contrastava com a minha branca e macia. Saudade dos seus braços envolvendo minha cintura.
Mas não faz-me falta dos seus lábios encostados aos meus, enquanto minha mão calmamente acariciava seus fios negros.
Queria-te para contar-te as coisas com a certeza de que não se cansaria de ouvir. Para ouvir sua risada idiota e ser feliz. Para simplesmente ficar em silêncio, sabendo que você está entendo.
Queria você... mas agora, de um jeito diferente.

palmas pra que te quero?


Olhou ao seu redor: aquela universo que escapava de seus dedos como se fossem uma geleca de criança. Seu universo. Não era para isto estar ocorrendo, estava perdendo as rédeas de sua vida.
Pensamentos mórbidos os quais nunca passaram por sua cabeça, passam a reina-la. Pessoas chatas, inseguranças indesejáveis, professores perseguidores. Mentiras. Verdades...nunca ditas. Segredos. Apenas seus, pois se ficarem sabendo chamaram-a de louca.
Talvez tenham razão. Pode ser que uma louca, a qual não consegue controlar sua vida, passe ao seu lado na rua, e você nem perceba. Tome cuidado. Ou não. Acho que ela faz mal apenas a si própria...

terça-feira, 16 de novembro de 2010

doi la dentro


Eles encararam-se durante um período longo de tempo. Ela prendia o choro e ele tentava esconder qualquer sentimento que pudesse transparecer através de sua expressão. O mundo de ambos desabava em um abismo aparentemente sem fim. Não existia ela sem ele, muito menos ele sem ela. Era uma dependência mutua, a qual não teria fim.
Aquilo não podia acabar ali. O cheiro dele ainda penetrava em seu nariz e seus olhos cor de mel não saiam de sua mente. A cada esquina existia algo que lhe remetesse a ele.
Não diria que com o apaixonado rapaz era diferente. As roupas dela ainda estavam tacadas sobre a cama, do mesmo modo como deixara. Seus óculos, fora da caixa, ali continuavam.
Tudo, como se nada tivesse ocorrido.
Apenas seus corpos que sangravam por dentro feito uma hemorragia. Não estancava. Saiam, e não tinha mais fim.
Sangrando não poderiam ficar. Nem juntos.
O que lhe restava? só eles sabem.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

birman

Eu andei tentando. De verdade. procurei, corri atrás. Você ajudou? sim, ajudou.
Mas ontem, quando eu mais precisava de você, era como se não tivesse ali... eu te liguei, eras minha única alternativa, e você sumiu.
Agora a questão é outra. Não é mais você...

so voce

Suas palavras de hoje somem em meio ao meu medo. Medo de perder sua confianca, seu amor, nossa irmandade.
Medo de ti perder. Porque ai, estaria perdendo a mim mesma.

domingo, 14 de novembro de 2010

eu vou

perdi

Eu não sei porque. Sei apenas que fiz. E perdi o grande amor da minha vida. O verdadeiro.
Mais forte do que eu sinto por qualquer outra. Ela, o amor da minha vida, já não está mais aqui. E a culpa é de quem? De mim mesma..

Salvadores


Eles caiam em meu corpo seco, molhando-me incessantemente. Eram pingos de amor e de paz. Estavam ali para me salvar daquela noite negra, do breu absoluto da rua.
Os pingos, ah os pingos, salvaram-me da escuridão.

sábado, 13 de novembro de 2010

tédio mor.

Mais

Quero mais.
Quero mais amor; mais festa; mais parque de diversão. Mais beijos (seus beijos). Mais abraços bebidas e música. Mais dança, lágrimas e loucuras. Mais comida, paciência e notas boas. Praia, boas energias e amigos. Quero piscina também. Bola de encher e primos. Sono, ah, já ia esquecendo-me do sonho. Tambor, palavras sábias e agasalhos. Casa da vó e colo de mãe.
Mas talvez queira menos. Talvez isso tudo seja menos.

508

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

estranha sou eu

‎''Só gosto de pessoas estranhas. O que obviamente não presta sempre me
interessou muito. Gosto de um modo carinhoso do inacabado, do malfeito,
daquilo que desajeitadamente tenta um pequeno vôo e cai sem graça no
chão."
Clarice Lispector

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Desculpem-me

Eu queria apenas saber como. Um único método para deixar-te feliz. Mas eu não consigo, simplesmente foge-me ao alcance. O que fazer? desculpa. Eras meu dever saber e conseguir alegrar-te sempre que necessário. Novamente falhei. Sou mais uma vez a pior amiga que alguém poderia ter.

Sabiá


"É só ter a alma de ouvir e o coração de escutar, escute a vós de quem ama ela chega aí"

licinha

Você, veio pra mim de novo hoje. Doou-me um pouco de ti, para que enchesse-me de alegria novamente. Deu-me seu tempo, seus segredos, sua confiança.
Senti-me como nos velhos tempos. Naqueles em que você era aquela.
Pois é, acho o sermão recebido ontem mexeu aqui dentro, verdadeiramente.

bobinha que só


Se tivesses uma pequena noção, simplesmente bem pequena, perceberia que não há cabimento para estas besteiras ditas por ti.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Contagia o corpo todo


Sua gargalhada soava como música aos meu ouvidos. Expressão de alegria sincera, dominada sua face inteira o que fazia com que meus músculos do rosto também mexexem-se a fim de abrir sorriso igualmente real. Sua risada era contagiante, e sua energia trazia apenas coisas boas!
ah, como era bom estar com ela! não tens nem ideia da imensidão de minha paz

B.

Era sempre você. Corria-lhe para contar as coisas e ver seus olhos brilhando, demonstrando realmente interesse. O nada ao seu lado parecia tão preenchido. Assunto não nos faltava-nos. Eu sabia suas coisas e você idem. Abraços e beijos por mais raros que fossem, aconteciam. Ligações ocorriam, sem propósito algum, apenas para que uma ocupe-se enquanto a outro não faz nada. Coisas idiotas, conversas banais, comidinhas congeladas, tudo isto fazia parte do nosso universo.
E agora? o que restou? migalhas de algo que nunca pensei que seria para sempre. Digo-te que tenho minha parcela de culpa, no entanto, não deves sair sem pesa nas costas não. Tentei, e ainda tento salvar um resto que possivelmente tenha sobrado. Mas apenas comigo tentando é um pouco difícil.
Porém, afirmo uma coisa, um fim nunca doera-me tão pouco quanto este. Acho que já estou acostumada a essas coisas.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

The age of aquarious

Condição de entrega

Acaba de ser revelado o que uma mulher quer e que Freud nunca descobriu. Ela quer uma relação amorosa equilibrada onde haja romance, surpresa, renovação, confiança, proteção e, sobretudo, condições de entrega. É com essa frase objetiva e certeira que Ney Amaral abre seu livro Cartas a uma Mulher Carente, um texto suave que corria o risco de soar meio paternalista, como sugeria o título, mas não. É apenas suave.
Romance, surpresa etc, não chegam a ser novidade em termos de pré-requisitos para um amor ideal, supondo que amor ideal exista, mas "condição de entrega" me fez erguer o músculo que fica bem em cima da sobrancelha, aquele que faz com que a gente ganhe um ar intrigado, como se tivesse escutado pela primeira vez algo que merece mais atenção.
Mesmo havendo amor e desejo, muitas relações não se sustentam, e fica a pergunta atazanando dentro: por quê? O casal se gosta tanto, o que os impede de manter uma relação estável, divertida e sem tanta neura?
Condição de entrega: se não existir, a relação tampouco existirá pra valer. Será apenas um simulacro, uma tentativa, uma insistência.
Essa condição de entrega vai além da confiança. Você pode ter certeza de que ele é uma pessoa honesta, de que falou a verdade sobre aquele sábado em que não atendeu ao telefone, de que ele realmente chegará na hora que combinou. Mas isso não é tudo. Pra ser mais incômoda: isso não é nada.
A condição de entrega se dá quando não há competitividade, quando o casal não disputa a razão, quando as conversas não têm como fim celebrar a vitória de um sobre o outro. A condição de entrega se dá quando ambos jogam no mesmo time, apenas com estilos diferentes. Um pode ser mais rápido, outro mais lento, um mais aberto, outro mais fechado: posições opostas, mas vestem a mesma camisa.
A condição de entrega se dá quando se sabe que não haverá julgamento sumário. Diga o que disser, o outro não usará suas palavras contra você. Ele pode não concordar com suas ideias, mas jamais desconfiará da sua integridade, não debochará da sua conduta e não rirá do que não for engraçado.
É quando você não precisa fingir que não pensa o que, no fundo, pensa. Nem fingir que não sente o que, na verdade, sente.
Havendo condição de entrega, então, a relação durará para sempre? Sei lá. Pode acabar. Talvez vá. Mas acabará porque o desejo minguou, o amor virou amizade, os dois se distanciaram, algo por aí. Enquanto juntos, houve entrega. Nenhum dos dois sonegou uma parte de si.
Quando não há condição de entrega, pode-se arrastar, prolongar, tentar um amor pra sempre. Mas era você mesmo que estava nessa relação?
Condição de entrega é dar um triplo mortal intuindo que há uma rede lá embaixo, mesmo que todos saibamos que não existe rede pro amor. Mas a sensação da existência dela basta.

Martha Medeiros

sentimento sem nome


Amor. Como traduzir o que está além do nosso entendimento? Algo que tira-nos os sentidos, faz nosso coração bater mais forte, nosso corpo encher-se de alegria e a barriga borbulhar de tanto nervoso.
Que cada beijo ardente é como se fosse uma poção instantânea de felicidade invadindo nossa alma. Ficamos sem escrúpulos e não queremos estar com mais ninguém que não seja a pessoa a qual nos causa tudo isto.
É ela e mais ninguém.
Talvez seja disso que as pessoas precisam. Mais amor. Está tudo tão cinza e violento. Se as coisas possuíssem amor verdadeiro tudo seria mais colorido.
Bom, no meu caso, vivo em uma verdadeira cartela de cores. Mas e os outros?

você.


everyone could die, unless you

Marthinha

"Apareça aqui dia 17, então autografo o livro para você"
Estas foram suas palavras, reconfortantes e que traziam consigo alívio para meu corpo. Soavam como poesia a meus ouvidos. E então excitação veio-me a tona e agora não vejo a hora de que chegue esta tão esperada quarta-feira, para que enfim fique cara a cara contigo.

sábado, 6 de novembro de 2010

abandonado

Não é hipótese nem dúvida, é um fato. Ninguém, literalmente ninguém.

Strawberry fields

da laranja

Creio estar voltando a minha crise. Queria muito ir na raiz de tal problema, nao entanto, ao meu ver não tem muito motivo.
Sinto que ninguém realmente gosta de mim. Acho que todos tem apenas pena. E como uma amiga minha diz, pena é o pior sentimento que podemos sentir em relação a outra pessoa. Porém, não há outra melhor definição que não seja esta. Devem olhar para mim com cara de dó.
No entanto, quero apenas dizer-lhes que tão pouco conhecem-me para que me julguem.
Mesmo assim algo aqui dentro dói. Distrói. Algos aqui dentro não funciona direito.
Foi-se o tempo em que olhava-me no espelho e via uma menina bonita. Hoje em dia, vejo apenas um bagaço que sobrou da pobre moça.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Questão de inteligência

Perguntaria-lhes se é deste modo que pretendem que alguém tenha fé e queira seguir tal religião.
As catequistas mais parecem bruxas com a infelicidade estampadas em sua face. Com rugas por todos os cantos de seus rostos, reflexos de uma vida de lágrimas e amargura.
Padres cometem crimes piores do que qualquer pecado existentes, abusando e crianças indefesas, apenas para suprirem seus desejos impedidos pela igreja.
Para que possam fazer primeira eucaristia é necessário um longo processo o qual ninguém sem sã consciência aceita fazer por completo.
Todos possuem energias pesadas e terríveis, fazendo surgir em nós vontade de distancia. E ai? O que vocês devem adeptar para seus métodos. Sim, claro, mais grosserias, energias pesadas, trabalhos mórbidos e crianças indefesas. Podem ter certeza de que assim vão longe.

Farsa

Creio não conhecer-te. Não como deveria. Não sei o que pensas, nem o que achas de mim. Sou uma farsa, uma falha. Eras meu dever conhecer-te demais. No entanto, não. Outras conhecem-te visivelmente melhor do que eu. E agora? Sou realmente uma falha.
Conheço todo o resto de olhos vendados. Mas tu, continuas sendo um eterno mistério para mim.

algo mudou aqui dentro


"Saindo da loja havia um caixa do correio. Enfiei o envelope dentro dela, ali no largo corredor da faculdade de artes, com pessoas passando por mim a caminho de suas salas, indo fumar um cigarro ou talvez jogar Bridge no Salão de Convivência. Em busca de proezas que elas não sabiam trazer dentro de si."

Pura verdade

"Sou julgado pelo mundo como um monstro e nao discuto isso, embora eu possa dizer de passagens de pessoas que lancam bombas e incendeiam cidades inteiras ou fazem centenas de milhares de pessoas morrerem de fome não são geralmente consideradas Monstros e sim recebem várias medalhas e honras, só atos contra um pequeno número de pessoas são considerados chocantes e cruéis. Isto não é uma desculpa mas apenas uma obsevação"

Para adotar


"Inventara um truque para manter a cabeça ocupada. Pegava as letras de qualquer palavra em que batesse os olhos e tentava ver quantas novas palavras conseguia formar com elas. “Café”, por exemplo, daria “fé”, “eca” e “face”, e “merca- do” daria “mar”, “credo”, “doce”, “arco” e — veja só — “crema- do”."

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Acabou em sangue


Gritou até não poder mais. Sua boca estava escancarada, com a possibilidade de que víssemos até mesmo sua laringe. Os braços acompanhavam as palavras saltadas juntas com os perdigotos do lábio daquela frágil e dócil moça, a qual não merecia nada daquilo.
Procurava, dentro de sua mente atordoada, algum método de machucá-lo. Qualquer um. Precisava apenas sentir um pouco da vingança, mesmo que fosse em uma proporção muito pequena em relação ao erro cometido pelo tal.
Falhou.
Chorava desesperadamente, mal conseguia falar. Disse algumas poucas palavras a qual apareceram em sua mente, e que provavelmente não o afetaram.
Estava sem chão, a base que sustentava-a partira. Deixara sozinha em meio a multidão que afogava-a.
Perdida.
Terminou então, com uma pequena possa de sangue em baixo de sua cabeça, após matar-se boçalmente. Certo? Errado? Não sei. Nunca passei por um desespero tão grande a ponto de botá-lo a cima de minha própria vida.
E aviso-lhes previamente, se isto alguma dia ocorrer, podem apostar, encontro-me insana.

Just for you


Tudo ficou escuro, subitamente. Foi como se estivesse entrando em um túnel onde não houvesse uma luz em seu final. Não parecia-me ter fim algum. Ficaria presa ali, por toda a eternidade, naquele lugar mórbido e com espíritos ruins passando lado a lado, atormentando-me.
Mas eis que vejo um pequeno ponto de luz ao léo, tão distante que meus olhos mal conseguiam alcançar. E essa luz era voçê, trazendo-me toda sua paz e alegria consigo mesma. Esta vai ficando cada vez mais perto, como se quase fazendo parte de mim. Afinal, voçê é o amor da minha vida

Tudo novo de novo


Tentei mas não consegui ficar sem ti, meu querido refúgio. Preciso expressar-me de alguma forma, por mais banal que seja. Agradeço pelo espaço assim concedido! digo de ante mão que não serei sempre alegria. Afinal, preciso desabafar nao é mesmo?!